Deve ser quase duas da manha, meu estomago ronca, meus olhos estão pesados e há um nó em minha garganta.
Mesmo com coisas tão boas acontecendo não consigo dormir, nao hoje. A TVE ligada soa barulhos indecifraveis. Um vento fraco e gelado passa pela porta, os carros correm lá fora e eu aqui, com uma expressão fria.
Coisas que eu pensei estar dando certo, estão desmoronando, eu nao deveria estar gostando assim. A vida dele é muito diferente da minha, ao mesmo tempo, somos muito iguais.
Tudo que eu estava procurando, encontro facilmente nele.
Eu nao poderia ficar aqui suspirando, por ele, afinal, não nos conhecemos. Eu posso estar errada, ele nao quer ningue ao seu lado, mais ao mesmo tempo, eu sinto que ele precisa de mim, e eu dele.
(calma galera, é ficção)
domingo, 13 de julho de 2008
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